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Paralisia Cerebral: Novas Perspectivas Terapêuticas.

A Paralisia Cerebral Infantil é uma condição que acomete crianças desde o nascimento até jovens devido a uma lesão cerebral.

O que causa a paralisia cerebral ? Esta lesão cerebral geralmente acontece antes, durante ou após o parto, como resultado de anóxia, falta de oxigênio. Sem dúvida alguma é a doença mais debilitante da infância, e atualmente não existe nenhuma opção terapêutica efetiva de cura, mas apenas reabilitação. As deficiências que a paralisia cerebral (PC) são complexas, englobando distúrbios de postura em todos os pacientes, dor crônica na maioria, deficiência intelectual, incapacidade de andar e também déficits de movimento.

Além da grande dificuldade das famílias em cuidar de portadores de paralisia cerebral, e de certa forma isto envolve um custo financeiro alto. Deve-se levar em conta também o impacto psicológico e social, a falta de perspectiva real de tratamento e cura. Todos estes e outros fatores, tem um efeito devastador neste núcleo familiar.

Como ocorre a paralisia cerebral

O dano cerebral é o fator essencial como causa da paralisia cerebral. Este dano pode aparecer desde quando o bebê está no útero da mãe, quando o cérebro essencialmente é formado. Sem dúvida, existem teorias consistentes mostrando que o cérebro imaturo é um fator essencialmente responsável pela deficiência. Mas da mesma forma, deve-se levar em conta outros aspectos como a hemorragia cerebral, ou ainda lesão em substância nas regiões cerebrais chamadas de periventriculares. Neste local passam fibras motoras do córtex cerebral até às extremidades do corpo.

Porém existem muitos estudos mostrando que mesmo bebês nascidos a termo tem lesões na substância branca e hemorragia cerebral, sendo uma porcentagem alta, em torno de 34 a 39% dependendo da pesquisa. Isto mostra que não existe uma causa isolada da enfermidade. Embora as causas da paralisia cerebral esteja basicamente relacionadas à questões circulatórias, com pressão arterial, fluxo de oxigênio ou até infecções por bactérias em pré-maturos, ainda é desconhecida a causa da enfermidade em bebês nascidos à termo.

A Paralisia Cerebral Infantil é uma condição que acomete crianças desde o nascimento até jovens devido a uma lesão cerebral.

Esta lesão cerebral geralmente porque acontece a paralisia cerebral antes, durante ou após o parto, como resultado de anóxia, falta de oxigênio. Sem dúvida alguma é a doença mais debilitante da infância, e atualmente não existe nenhuma opção terapêutica efetiva de cura, mas apenas reabilitação. As deficiências que a paralisia cerebral (PC) são complexas, englobando distúrbios de postura em todos os pacientes, dor crônica na maioria, deficiência intelectual, incapacidade de andar e também déficits de movimento.

Além da grande dificuldade das famílias em cuidar de portadores de paralisia cerebral, e de certa forma isto envolve um custo financeiro alto. Deve-se levar em conta também o impacto psicológico e social, a falta de perspectiva real de tratamento e cura. Todos estes e outros fatores, tem um efeito devastador neste núcleo familiar.

O papel das células tronco:

Pesquisas recentes realizadas na Europa, apontam resultados animadores usando células retiradas do cordão umbilical da criança acometida pela paralisia cerebral. O Objetivo do estudo foi usar células autólogas, e com elas, síntese de medicação apropriada e altamente específica para a criança acometida.

O sangue é coletado do cordão umbilical do recém nascido, que no momento esta retido devido a pinça aplicada na secção. Este sangue é rico em tecido e células progenitoras hematopoiéticas, bem como células mononucleares, monócitos e linfócitos. Com estas células é desenvolvido medicamento adequado para aplicação.

Após o nascimento é feito avaliação da criança e se houver evidência de dano cerebral, a medicação é então aplicada.

As células tronco, presentes na medicação ainda em estudo, migram ativamente para as áreas afetadas, induzindo o crescimento e reparo celular. Esta neuro modulação promove consequentemente além deste crescimento celular, uma reação inflamatória modulada, e com isso diminuição dos espasmos musculares.

Como a medicação vem com tecido do próprio paciente, não há chances de rejeição, e com isso os resultados são melhores. Este estudo, conduzido pelo grupo alemão do Dr Ane Jensen é promissor e muito animador. As crianças e famílias tem esperança que a abordagem de reparo celular é não apenas o futuro, mas sim o presente no tratamento das vítimas da paralisia cerebral

Autoria: Copyright © – Big Cérebro Brinquedos Educativos – https://www.bigcerebro.com.br e https://blog.bigcerebro.com.br

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Conheça a Associação Nosso Sonho, localizada em São Paulo, que tem a missão não apenas de cuidar de pacientes com paralisia cerebral, mas também ajudar na reabilitação social dos mesmos.

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